sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
V.I.D.A. = "Variações Infinitas de Detalhes e Acontecimentos"

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exacto. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projectos megalómanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é... Saber viver!!!
Charles Chaplin
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domingo, 1 de maio de 2011
Preciso Fugir.........
"Ando a perder-me em palavras. O nosso alfabeto parece não chegar. Sufoca-me o tempo e o ar lá de fora. Nada está certo, nem bem, nem justo. Começo a ficar cansada não sei bem de quê. Preciso perder-me para tentar encontrar-me. Este mundo parece que não cabe em mim ou talvez seja eu que não lhe pertenço. Quero sair daqui, a correr. Não olhar para trás nem por um segundo, deixar as lágrimas correrem pela minha face e que a velocidade da corrida para a frente as deixe para trás. Preciso perder-me nesse mundo tão grande e pequeno.Preciso ouvir-me no meio dos gritos desesperados do meu pensamento para sair daqui. Apetece-me desistir, de tudo, de todos. Sair daqui e vaguear incerta por caminhos que não conheço, Colocar uma mochila às costas e ver onde vou parar. Deixar para trás o telefone e as pessoas, o contacto com a vida que conheço. Estou cansada desta cidade, desta vida, deste ar que me rodeia sufocando os meus movimentos. Preciso perder-me para ver se as lágrimas acalmam. Preciso perder-me só para me perder".
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sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
*Smile*
sorriso foi quem abriu a porta.
Era um sorriso com muita luz
lá dentro, apetecia
entrar nele, tirar a roupa, ficar
nu dentro daquele sorriso.
Correr, navegar, morrer naquele sorriso.
(Eugénio de Andrade)


R.
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*Eu*
Eu, cheio de todos os cansaços
Quantos o mundo pode dar. —
Eu…
Afinal tudo, porque tudo é eu,
E até as estrelas, ao que parece,
Me saíram da algibeira para deslumbrar crianças…
Que crianças não sei…
Eu…
Imperfeito? Incógnito? Divino?
Não sei…
Eu…
Tive um passado? Sem dúvida…
Tenho um presente? Sem dúvida…
Terei um futuro? Sem dúvida…
A vida que pare de aqui a pouco…
Mas eu, eu…
Eu sou eu,
Eu fico eu,
Eu…
(Álvaro de Campos)
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Serás sempre tu.....
O amor, quando se revela,
não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente.
Cala: parece esquecer.
Ah, mas se ela adivinhasse,
se pudesse ouvir o olhar,
e se um olhar lhe bastasse
pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
quem quer dizer quanto sente
fica sem alma nem fala,
fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
o que não lhe ouso contar,
já não terei que falar-lhe
porque lhe estou a falar...
(Fernando Pessoa)
R.
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
*Podemos ser tudo*
Seria SEMPRE e seria NUNCA. Seria VIDA e seria MORTE.
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
* Passagem *

Quantas vezes vais olhar para trás
Estas preso a um passado que pesou
Quantas vezes vais ser tu capaz
Fazer sair quem por engano entrou
Abre a tua porta
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
A espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém te quer falar
Olha em frente e diz-me
Aquilo que vês
Reflexos de quem conheces bem
Ouve essa voz, é a tua voz
Atenção e a razão que tens
Abre a tua porta
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
A espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém te quer falar
Deixa o mundo girar para o lado que quer
Não podes parar nem tens nada a perder
Estas de passagem,
Não leves a mal se te manda avançar
Talvez seja o sinal que não podes parar
Estas de passagem
Vai aonde queres
Ser quem tu quiseres
Estende a tua mão
De quem vier por bem,
Abre a tua porta
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
A espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém te quer falar
..................................
( Letra: Pólo Norte)
R.
Publicada por R. à(s) 22:38 2 comentários
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
*Ausência*
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim."
(Carlos Drummond de Andrade)
Publicada por R. à(s) 01:33 2 comentários
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